Num mundo competitivo como é o das corridas, qualquer detalhe é importante o no International GT Open o momento da obrigatória troca de pilotos faz parte dos momentos em que quanto menos tempo se perder, melhor. Mesmo que o tempo para a troca de pilotos seja suficiente (depende dos handicap, que são ‘revistos’ corrida a corrida, mas que anda quase sempre acima dos 70 segundos) nada melhor que afinar os procedimentos, até porque esses 70 segundos (mínimo) inclui o momento da entrada no pitlane… até à saída, e portanto fazê-lo e 25s é um bom objetivo. Foi isso mesmo que Lourenço Beirão de Veiga e António Félix da Costa fizeram esta manhã no Estoril.











