A temporada de Álvaro Parente no Pirelli World Challenge não terminou como o piloto desejava, mas isso não retira nenhum brilho à excelente temporada realizada naquele que é o campeonato de GT norte-americano. A segunda corrida do fim de semana terminou abruptamente graças à ‘ajuda’ de um adversário, cerceando a possibilidade do piloto português da McLaren GT lutar pelo segundo título em jogo em Sonoma. É que como Parente já tinha mostrado no primeiro confronto, arrancando de quinto poderia ter realizado mais uma grande recuperação e lutado pela vitória. Assim não foi, pois ao ser abalroado terminou a sua prova nas boxes. Algo que deixou o piloto do Porto muito desiludido: “Sabia que não seria fácil assegurar o título, mas também nunca que pudesse terminar a temporada logo na segunda curva. Por vezes é assim. Não há muito a dizer. Apenas que não é a forma como gostaria de terminar uma época, que na minha opinião foi muito positiva”.
E de facto Parente foi um dos pretendentes ao título até à última ronda do campeonato, num ‘mano-a-mano’ com Patrick Long, e as suas prestações foram sempre brilhantes, daí que o balanço que faça tenha sido bom face a uma concorrência fortíssima: “Foi uma temporada difícil, em que, muito embora tenhamos estado num bom nível, nem sempre tivemos argumentos para nos podermos bater de igual para igual com os nossos principais adversários. Foi necessário que a equipa tivesse atenção a todos os detalhes e que eu alcançasse um novo patamar de pilotagem, para podermos estar na luta pelo título até ao último fim de semana, ao volante de um carro que continua a demonstrar um conjunto de performances notável. Agora o mais importante é olhar para o futuro”.









