Matthew Brabham foi chamado à última hora para a ronda da Malásia de Fórmula E, onde foi 13º numa corrida com vários incidentes. O australiano, neto de Sir Jack, teve uma preparação curiosa para a prova de Putrajaya – aprendeu o traçado através do desenho numa folha de papel, não tendo oportunidade para usar o simulador, mas apesar de tudo considera que o pódio podia ter sido possível.
Falando da sua participação, Brabham explicou que a chamada à última hora complicou tudo, pois além do tempo de viagem “quando cheguei não tive tempo para passear na pista, por isso fui logo para o treino de sexta-feira. É uma pista difícil de aprender, muito mais desafiante do que Pequim, e também muito mais divertida. Gostei, mas foi muito difícil. Quando fui para a primeira sessão, não sabia o caminho que algumas curvas tomavam, mas quando percebi estive bem”.
O piloto australiano revelou que a preparação foi curiosa, pois não tendo oportunidade de usar o simulador “deram-me o desenho da pista numa folha de papel no avião, e era tudo o que tinha”. Sobre o seu desempenho nas ruas de Putrajaya, Brabham destacou a aprendizagem e afirma que chegou a acreditar no pódio, lamentando ainda o erro na primeira curva ao tocar em Nick Heidfeld: “Foi erro meu, fui demasiado ambicioso. Penso que tivemos um bom ritmo e que se ficasse onde estava poderia chegar à frente e teria sido possível chegar ao pódio. Mas aprendi muito e ganhei muita experiência na Malásia”, disse, não escondendo também que gostaria de voltar a correr brevemente.











