Os Caterham Seven também alinham no Algarve Classic Festival numa prova marcada pela adição do pelotão britânico, que se mistura com os pilotos portugueses do Super Seven by KIA. Em Portimão estão três Caterham R300, modelo mais potente (motor Ford de 2.0 litros com 185 cv) e de caixa sequencial, que naturalmente dominaram a classificação geral das duas mangas que compõem a Corrida 1. Aaron Head e Clive Richards dividiram as vitórias nas duas mangas inaugurais à chuva, enquanto Duarte Félix da Costa e David Saraiva foram os mais rápidos entre o troféu nacional. Na classificação final da Corrida 1, Saraiva foi o primeiro classificado do Super Seven (e acumulou um ponto extra pela pole position), seguido de Félix da Costa e Gonçalo Lobo do Vale.
Clive Richards, britânico que corre com os Lotus/Caterham Seven há mais de duas décadas, mostrou-se “entusiasmado por correr numa pista fabulosa como esta. Só é pena a meteorologia; parece que nós os ingleses trouxemos a chuva para o Algarve! (risos) Mas diverti-me imenso. Comprei este carro há uma semana por 38 mil euros e vim para aqui sem testes. É um gozo enorme correr nos Seven embora não tenhamos muitos R300 aqui em Portimão. Na prova de três horas no Estoril teremos muitos mais”, afirmou o piloto que venceu a Corrida 1 à geral.
Andrew McMillan, preparador dos Seven do pelotão britânico, também defendeu que “esta é uma das melhores pistas onde já corri. Aliás, em termos de exigência de pilotagem acho Portimão ainda mais difícil do que Spa-Francorchamps, porque para acertar nas trajetórias e zonas de travagem temos de pensar sempre duas curvas à frente. Em Spa ainda temos algumas retas para pensar no que vamos fazer a seguir”, apontou.










