Apesar de a maioria das alterações nos regulamentos para a segunda temporada da Fórmula E já serem conhecidas, foram agora oficializadas na reunião do Conselho Mundial da FIA, realizada esta semana.
Desta feita, no segundo ano da competição, todas as corridas passam a contar para a classificação geral do campeonato. Há também um novo formato de qualificação, com uma super pole a definir a pole position. Os pilotos continuam a ser divididos em grupos, mas passam a ter apenas seis minutos em pista. Desses os cinco melhores irão discutir entre si a pole position durante uma sessão de 15 minutos. Os monolugares terão um incremento na potência disponível, 170 kw em corrida, 200 kw em qualificação.
Em termos de pilotos, no primeiro ano as equipas puderam trocar livremente de pilotos, mas no próximo ano passa a haver um limite de duas trocas de pilotos por monolugar durante a temporada. Qualquer mudança que as equipas pretendam efetuar no seu alinhamento deverá ser feita com uma semana de antecedência em relação ao e-Prémio. Por outro lado as equipas não poderão alterar a sua dupla de pilotos nas últimas três provas do campeonato, por forma a evitar conflitos na luta pelo título.
A Fórmula E vai também adotar o sistema Full Course Yellow, o qual consiste em limitar a velocidade dos pilotos a 50 km/h, com a obrigação de manter a diferença que já existia para o monolugar da frente antes do início desta ‘ação’. A Michelin será o fornecedor único de pneus, tendo contrato para as próximas três temporadas. Por último, o período de voto do público através do FanBoost será alargado até ao início das paragens nas boxes a meio da corrida.











