A confirmação do reforço do programa da Peugeot no Mundial de Ralicross foi ‘acompanhada’ da certeza que a possibilidade de regressar ao Mundial de Endurance ficou em stand by, pelo menos por mais algum tempo. Provavelmente, muito…
Os responsáveis do Automobile Club de L’ Ouest, organizadores das 24 Horas de Le Mans não perderam tempo a reagir, dizendo que aceitam a decisão e vão continuar a mostrar a validade da direção tomada para o Mundial de Endurance, quando aos custos e tecnologia a utilizar. Ou seja, continuam a piscar o olho à Peugeot, mas os responsáveis franceses foram claros nas razões da sua decisão, os custos e o tipo de tecnologia que pensam utilizar.
Enquanto do lado do Mundial de Endurance se continua a apostar na tecnologia híbrida baseada nos combustíveis fósseis, no ralicross está prevista uma mudança total com a passagem para carros elétricos, provavelmente em 2020 e isso terá feito toda a diferença. Ironicamente, a Peugeot esteve envolvida no estudo de novos regulamentos para o WEC 2020, mas os abandonos da Audi e mais recentemente da Porsche tudo precipitaram e neste momento, a Toyota, que ficou a correr sozinha, pondera também sair.












