Miguel Ramos já correu este ano, e venceu, na Blancpain, onde corre com um Lamborghini Huracan GT3, e para a semana arranca o GT Open, onde este ano vai correr de Mercedes AMG GT3, carro que já testou e onde teve boas sensações, mas curioso é mesmo ouvi-lo falar da mudança de ‘chip’: “Gostei do carro. Achei o Mercedes um carro top, mais fácil de guiar. Em termos de performance em pista, são todos equivalentes porque o sistema de BoP coloca os carros a fazer mais ou menos o mesmo tempo por volta. O Mercedes é um carro diferente em relação ao Lamborghini e direi que é mais fácil de guiar e permite mais erros. Um tem o motor à frente e é subvirador, outro tem o motor atrás e tem uma traseira muito instável, há diferenças a nível da aerodinâmica, a nível do torque… é tudo diferente. Tenho-me de adaptar a um e a outro e mudar o chip de acordo com cada carro [Ramos compete no Blancpain com um Lamborghini] mas é mais um desafio que me diverte muito.”












