Já está definida a grelha de partida para as 500 Milhas de Indianapolis, que vão ter lugar no próximo domingo. Os primeiros nove lugares ficaram fechados para nove pilotos que iriam depois lutar pela pole-position, mas mesmo assim o melhor classificado foi o mesmo que fez a pole provisória: James Hinchcliffe. O piloto canadiano está a vingar-se do acidente do ano passado nos treinos livres, que o obrigou a ficar meses parado.
Contrariamente ao esperado e ao que tem acontecido esta época, o conjunto aero/motor Honda está mais competitivo em Indianapolis, com quatro carros nas três primeiras linhas. No geral, Townsend Bell, Carlos Muñoz e Mikhail Aleshin são as maiores surpresas, enquanto scott Dixon, Juan Pablo Montoya e Tony Kanaan ficaram
Linha 1: James Hinchcliffe / Josef Newgarden / Ryan Hunter-Reay
Linha 2: Townsend Bell / Carlos Muñoz / Will Power
Linha 3: Mikhail Aleshin / Simon Pagenaud / Hélio Castro Neves
Linha 4: Oriol Servià / Alexander Rossi / Takuma Sato
Linha 5: Scott Dixon / Marco Andretti / JR Hildebrand
Linha 6: Charlie Kimball / Juan Pablo Montoya / Tony Kanaan
Linha 7: Sébastien Bourdais / Ed Carpenter / Gabby Chaves
Linha 8: Max Chilton / Sage Karam / Conor Daly
Linha 9: Pippa Mann / Graham Rahal / Matt Brabham
Linha 10: Bryan Clauson / Spencer Pigot / Stefan Wilson
Linha 11: Jack Hawksworth / Buddy Lazier / Alex Tagliani













Carros muito complicados estes misto de formulas e protótipos que são a actual ementa da IndyCar. Já foram mais feios no passado, mas de qualquer maneira representam um downsizing valente face aos antigos “aviões” da Indy Car do final do século passado. 230,5 milhas (371 km/H), é um bom salto face ao passado ano. Agora na minha opinião, estes carros deveriam ser “modernizados” vamos dizer assim, até seguindo o exemplo do que a “europeia” F1 vai fazer para o ano, criando uma imagem menos barroca e mais condizente com um formula de corrida. – mais largos e livres de todos… Ler mais »
Aquelas coisas a tapar as rodas traseiras tornam os carros mesmo feios, mas compreende-se que tenha que ser assim… os circuitos ovais tornam esta competição muito, mas muito mais perigosa que a F1.
Estes motores da Indycar também são turbo, pena não termos os Lolas, Reynards, Penskes, Swifts dos anos 90.