A estreia de Romain Grosjean na Indycar Series está a provocar grande interesse. Não é a primeira vez que um piloto de F1 vai para a Indy, mas o feedback do francês permite aos fãs e ambas as competições perceberem as diferenças.
Em entrevista ao Canal Plus , Grosjean falou das principais diferenças na pilotagem:
“Eu diria que a maior diferença entre a Fórmula 1 e a Indycar é a falta de direção assistida. Dá-nos uma sensação bastante diferente. Acho que o Indycar é mais físico do que um Fórmula 1, nos braços e com o calor no cockpit”, acrescentou Grosjean. “Obviamente que é um pouco mais fácil no pescoço, porque as forças G são um pouco menores. Mas o carro desliza mais – estou bastante impressionado com os pneus”, explicou ele. “É mais divertido pois podemos atacar mais e não temos de estar sempre a ser moderados”, disse Grosjean.
Quanto ao ‘Aeroscreen’, dispositivo de segurança usado na Indy, Grosjean não sentiu qualquer dificuldade de adaptação:
“Todos me fazem esta pergunta, mas acaba por fazer muito, muito pouca diferença”, disse Grosjean. “Nem sequer notamos que está lá. A única coisa é que não é preciso limpar a viseira ou o capacete no final de uma sessão de treino”, sorriu ele. “Os carros são muito bons de pilotar, por isso ainda tenho muito a aprender. Para ir depressa, é preciso conduzir de forma bastante diferente do que na Fórmula 1, mas estou a começar a compreender as coisas e penso que estamos a começar bem”.













Acho que toda a gente fica a perceber porque é fácil tantos pilotos fracos para a F1 consegue guiar um Indycar, e tão poucos campeões de Indycar se atrevem a tentar a F1. Os carros de Indycar são fáceis de guiar. Parece que o problema maior são as grandes ovais de alta velocidade, mas Romain “GROSHAVOC” tem falta de um par de… como é que eu direi para não chocar ninguém? Digamos que o lhe falta para as ovais, não é um par de mãos, nem um par de rins, nem um par de pulmões, mas sim outra coisa que… Ler mais »