Kevin Magnussen testou pela primeira vez as sensações da sua nova máquina, o Cadillac DPi-V.R da Chip Ganassi. O dinamarquês, apesar de cansado, mostrou-se entusiasmado com a sua nova realidade.
Magnussen foi recentemente pai e, segundo relatos, estava com ar visivelmente cansado, mas apesar disso estava radiante com a experiência:
“Correu tudo bem”, disse ele à RACER. “Foi um primeiro dia muito bom no carro. A equipa foi ótima em ajudar-me a lidar com tudo. Tudo o que eu vejo aqui é novo para mim. O carro claro, mas mesmo a linguagem que usam para falar sobre o carro, e todos os sistemas, e em termos de afinação, a linguagem é realmente diferente. Senti-me imediatamente em casa. Tem sido fantástico conduzir um verdadeiro carro de corrida novamente.”
“Tenho conduzido um avião, basicamente, durante os últimos seis ou sete anos. O que é espantoso – conduzir um carro de F1 é muito divertido, mas falta-lhe um pouco de alma. Falta qualquer coisa. A F1 costumava ter isso, mas conduzir o Cadillac DPi serviu para me abrir os olhos. O som e a forma como o motor responde – mesmo a pista. Sebring é do mais old school que há. É como que um sonho tornado realidade”.
“Cada vez que toco no acelerador, fico arrepiado”, entusiasmou-se. “Foi aqui que a paixão começou. Vem de coisas como o som, o cheiro e a aparência. Vocês, americanos, têm isso como uma parte integrante do desporto. Senti falta disso e não me apercebi o quanto senti falta disso até sair do carro. Toca-se no acelerador e o binário está lá imediatamente; sem atrasos. Está a fazer o que se quer. Só queres levar o motor ao limite de cada vez que travas, porque soa tão bem. Não podia estar mais feliz”, disse ele. “Fico arrepiado a pensar no que nos espera e no que vamos enfrentar. Mal posso esperar por tudo isto”.










