Neel Jani pode ser piloto da Porsche no FIA WEC, mas nas 24 Horas de Daytona está de regresso à sua antiga equipa; a Rebellion. O piloto suíço já venceu em 2013 o Petit Le Mans, a última prova do American Le Mans Series antes da junção com a Grand-Am. Desde então Jani tem alinhado no FIA WEC exclusivamente aos comandos do Porsche 919 Hybrid LMP1, mas no próximo fim de semana divide a condução do Oreca 07 Gibson da Rebellion com Nick Heidfeld, com o seu compatriota Sebastien Buemi e Stéphane Sarrazin.
Um quarteto que se vai ter de habituar à condução de um protótipo LMP2, bem diferente dos mais potentes protótipos da classe de topo do FIA WEC. “Nunca tinha guiado um LMP2 antes. Apenas guiei carros da ctegoria LMP1. A primeira vez foi duro. Não me conseguia ver livre de um GT, caramba”, desabafa Neel Jani. “Leva um certo tempo a habituar-nos – além de que o tráfego é mais difícil na América, devido à diferença entre os protótipos e os GT, que nas curvas lentas não é muito grande”, salienta o suíço.
“A maior mudança é a equipa, pois venho de uma equipa de fábrica onde há 200 ou 300 pessoas a trabalhar para ti, para uma equipa privada, onde nem tido é possível. Fazer o banco, por exemplo, é também diferente, mas não significa que seja pior”, observa Jani. “Há menos braços e por isso precisamos de improvisar um pouco, mas é como funciona e está tudo bem”, refere também o piloto helvético.
Nuno Barreto Costa











