Já era expectável que o custo dos novos LMDh fosse superior ao dos DPi. No entanto, o custo está a ser superior aos esperado, como explicado por Kelvin Fu, Vice Presidente da Honda Performance Development.
O salto dos DPi para os LMDh é considerável, tendo em conta a tecnologia necessária para colocar em pista estas novas máquinas. Só o novo sistema híbrido dá mais dores de cabeça do que a totalidade do carro usado até ao ano passado. Mais ainda, a inflação e o aumento de custos a nível mundial leva a que os novos GTP, como serão designados na IMSA , tenham uma fatura superior à esperada:
“O custo é superior ao esperado. Muito disso deve-se à cadeia de fornecimento”, explicou ele sobre os custos mais elevados do que o previsto. “Isto também é muito mais complicado do que as pessoas inicialmente pensavam. Quer seja o nosso motor, o chassis ORECA ou o sistema híbrido, tem havido muito mais testes, quebras e revisões destas coisas que qualquer pessoa provavelmente esperava desde o início. Isso provavelmente aumentou o custo global. Os custos de desenvolvimento têm sido mais elevados do que o esperado. Vamos ver como são os custos de funcionamento. Estes são significativamente mais caros de correr por carro do que o DPi. São mais pesados, o que significa mais desgaste. A potência é [aumentada] um pouco. O carro é significativamente mais caro. Precisa de engenheiros especializados. É definitivamente mais elevado, mas estamos empenhados. O trabalho da HPD é enquadrá-lo dentro do nosso orçamento que a Honda nos dá. Estamos a espremer cada cêntimo”!












