Os LMP2 da G-Drive, assistidos pela Algarve Pro Racing, sofreram alguns problemas mecânicos, para além da falta de experiência ter sido também um desafio para a estrutura com base em Portugal. A G-Drive Racing by Algarve Pro Racing sofreu uma série de contratempos com os Oreca 07 LMP2 #68 e #69 durante as horas noturnas da corrida.
A G-Drive Racing by APR liderou a classe várias vezes, mas a corrida teve uma reviravolta surpreendente, quando uma falha na suspensão no #69 custou à tripulação 20 voltas para o líder e várias posições. Infelizmente, quando regressou à pista, Allen teve que evitar uma colisão com um adversário que ficou em sentido contrário na miolo da pista e foi incapaz de reiniciar o motor do carro. A equipa encontrou um problema de embraiagem no carro, com o carro parado na box durante muito tempo e que obrigou ao abandono da corrida quando faltavam cerca de três horas e meia para o fim da corrida.
Entretanto, no #68, François Heriau, Oliver Rasmussen, Ed Jones e Rene Rast enfrentaram uma série de obstáculos na fase inicial da corrida, depois de um furo, seguido por duas viagens “atrás do muro” para reparar um problema mecânico depois de um pião sofrido por Rasmussen. Mesmo com os vários FCY e bandeiras amarelas, o #68 não conseguiu recuperar as voltas de atraso para os líderes, conseguindo ainda assim, rodar entre os 10 primeiros da classe LMP2.
No final a estrutura algarvia conseguiu colocar o único carro que resistiu às 24h de Daytona, o Oreca #68 no quinto posto da classe, nono da geral.
Foto: Foto: LAT Images/Richard Dole












