FRAC: Halo volta a salvar o dia

Por a 23 Janeiro 2022 13:45

A última corrida do fim de semana, no circuito de Yas Marina, da Formula Regional Asian Championship teve um arranque assustador, com um carro a ficar parado no começo da corrida. O ex-piloto de e-sports Cem Bolukbasi, que ficou parado na grelha, Amna Al Qubaisi e Salih Yoluc, foram os pilotos envolvidos no violento acidente, felizmente sem consequências de maior. Frescas na memória estão as imagens do acidente de F2 em Abu Dhabi que envolveu Theo Pourchaire e Enzo Fittipaldi.

No incidente de hoje, apesar da violência e do aparato, apenas há a destacar o Halo que voltou a ser vital para que todos regressassem às boxes sem problemas. Mais uma vez fica provada a utilidade deste dispositivo.

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2 comentários

  1. Fast Turtle

    23 Janeiro, 2022 at 17:06

    Boring….

    Já todos sabemos a importância do halo e já ninguém se queixa e já quase todos nós habituamos a ele.

    Só os jornalistas para continuarem a falar dele…

  2. João Pereira

    23 Janeiro, 2022 at 17:36

    Não vou questionar a validade do Halo, mas será de continuar a falar tanto desse dispositivo e com tanto enfase? Ninguém fala do HANS ou das protecções laterais, mas o Halo parece ser o graal da segurança, que desde que existe parece ter salvo já dezenas de vidas, quando antes da sua existência e recuando apenas até 1970, parece que talvez só pudesse ter ajudado Jochen Rindt, Tom Pryce, Henry Surtees, Justin Wilson, Paul Warwick e talvez pudesse ter poupado a Vittorio Brambilla a sua séria concussão cerebral no acidente que acabou por custar a vida a Ronnie Peterson.
    Hoje em dia, já nem eu chamo chinela havaiana a um monolugar de corridas, por isso acho que o Halo deixou de ser notícia por si só, mas sim todas as medidas que foram tomadas ao longo dos últimos 50 anos (quando Sir Jackie intensificou a batalha pela segurança) para melhorar a segurança de todos os carros de competição, obviamente com destaque para os monolugares (os spyders foram abolidos nos protótipos), em que o piloto está de facto mais vulnerável, mas que em alguns casos até foram generalizadas a todo o desporto, como é o caso do HANS, que pessoalmente considero o maior avanço em termos de segurança, já que está generalizado sem modificações como o equipamento anti fogo a todo o desporto, ambos a saírem da F1, o anti fogo na sequência dos acidentes de Williamson e Lauda, e o HANS do acidente de Hakkinen.
    No entanto, e apesar de o Grosjean ter escapado com um susto da sua última estupidez na F1, o fogo é cada vez mais raro (felizmente) devido á evolução de outros sistemas que vão da própria concepção e construção dos carros á eficácia dos meios de socorro, acho que o HANS e o verdadeiro grande herói da segurança em conjunto com os apoios laterais para a cabeça que atingiram um limite de perfeição e eficácia em conjunto com os cintos e fatos dos pilotos. Quanto ao Halo, é um complemento estrutural, ao roll bar e não merece que se lhe dê tanto destaque, até porque como já referi acima, até eu já me habituei a ele.
    Deixo apenas mais uma observação, e que tem a ver com a identificação do piloto no caso dos monolugares, já que os pilotos têm agora o hábito de frequentemente mudar a decoração do seu capacete, já difícil de perceber por causa do Halo, sugiro que o número no carro seja exibido de forma visível e contrastante com a livery do carro, ou então como antigamente num circulo branco ou outra cor diferente do fundo onde está aplicado, de preferência em localização uniformalizada por regulamento, e não me venham com a conversa do valor dos espaços em termos de sponsors, porque o objectivo da publicidade é o público, os fans, por isso, se fazem favor pensem público, pensem fans. Ou não será ao campeonato de pilotos que as equipas dão desde há umas décadas mais importância?

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