Nico Rosberg vai deixar as corridas de automóveis, mas nada diz que este afastamento pode ser permanente. Com 31 anos de idade e um título no bolso, o piloto alemão poderia ter vários anos de carreira à sua frente, com base no valor do seu palmarés e da sua rapidez.
O seu pai Keke deu o exemplo, quando deixou de correr na F1 no final de 1986, quando esteve ao serviço da McLaren. Keke, no entanto, não chegou a ficar quatro anos parado, regressando no final da temporada de 1990 do Mundial de Endurance, como piloto oficial da Peugeot, ao volante do novo Peugeot 905. Poucos anos depois, mudou-se para o DTM, onde foi piloto oficial da Opel.
Do mesmo modo, caso Nico queira regressar, mantendo a sua ligação à Mercedes e podendo alinhar em algo completamente diferente, o mais interessante podia ser a Fórmula E, até porque a marca alemã já tem um lugar reservado caso queira confirmar o seu ingresso na modalidade na temporada de 2018/2019. Até lá, o trabalho de desenvolvimento seria muito menos intensivo em termos de viagens e horas de pista do que o que tem agora na F1.









