Num final para lá da imaginação, a primeira corrida da Fórmula E em Valência terminou com 12 carros desclassificados ou não classificados. Não foi um final que certamente agradou aos fãs de automobilismo. É certo que as regras são iguais para todos e que a gestão de energia é fundamental nesta competição. Mas as corridas de velocidade têm de manter o ADN, a essência e a identidade e o que vimos em Valência não vai de encontro a essa essência. Sim, provavelmente Nyck de Vries teria passado por António Félix da Costa, que tinha menos energia e o português talvez caísse para segundo o terceiro… não para sétimo, sendo que os restantes lugares do pódio foram para pilotos que foram penalizados durante a corrida e tiveram saídas de pista. Nas corridas de velocidade, mesmo naquelas em que é preciso gerir muito, os mais rápidos têm de terminar na frente e hoje, ficamos com a sensação que não foi isso que aconteceu.
Veja as últimas duas voltas da prova:










