O campeão António Félix da Costa liderou o Treino Livre 1 no Circuito de Valência Ricardo Tormo com o tempo mais rápido das voltas de qualificação, pois apenas um segundo separou quase todo o campo – do piloto DS TECHEETAH a Mitch Evans (Jaguar Racing) na 20ª posição.
O Maximilian Guenther da BMW i Andretti Motorsport foi segundo lugar e Oliver Rowland (Nissan e.dams) terminou em terceiro lugar. Jean-Eric Vergne foi quarto, Stoffel Vandoorne queixou-se da afinação do seu Mercedes-EQ mas mesmo assim conseguiu o quinto lugar com Edo Mortara (ROKiT Venturi Racing) a completar os seis primeiros.
No segundo treino foi Guenther a destacar-se com o melhor tempo da sessão, com Alex Lynn da Mahindra a ficar em segundo e Nyck de Vries a colocar a Mercedes no top3, depois de Vandoorne ter estado a maior parte do tempo na frente da sessão. Félix da Costa manteve o bom andamento e fez o quarto registo, à frente de Rowland.
Está tudo muito equilibrado com destaque para a BMW, DS Techeetah, Mercedes e Nissan que parecem estar um furo acima dos demais.


Pilotos descontentes
As primeiras impressões de Valência não são as mais positivas com Jean-Éric Vergne a dizer que a Fórmula E não deve regressar a Valência. Ele disse ao Motorsport.com: “Se me perguntarem sobre a pista, eu tenho esta pista no coração. Tenho corrido aqui desde quando estava na GP3. É uma boa pista, mas não uma pista para a Fórmula E. Mas é o que temos com os tempos de COVID, dificultando a criação de um circuito nas cidades. Temos de nos considerar felizes por podermos correr algures. Mas muito claramente, desejo nunca mais voltar a este circuito. Não porque não goste, só porque não é correto para a Fórmula E.”.
Lucas di Grassi também concorda com o francês: “Acho que não devemos ir a muitas pistas como esta, ou temos de modificar o carro. O carro não foi feito para este tipo de pistas”.
Mais pneus para o fim de semana
A Michelin aumentou a atribuição de pneus para as corridas deste fim-de-semana da Fórmula E de Valência após os dados do teste de Novembro passado indicarem taxas de desgaste muito mais elevadas do que o habitual.
A mudança, que é única para as duas corridas espanholas, significará que os pilotos terão seis novos pneus dianteiros e traseiros, em oposição aos quatro habituais para as jornadas duplas.











