António Félix da Costa deixará a Porsche Motorsport a 20 de setembro de 2025, após três temporadas na TAG Heuer Porsche Formula E. Campeão mundial em 2020 e um dos poucos presentes na Fórmula E desde 2014, o piloto português somou cinco vitórias com a Porsche e contribuiu para os títulos de Equipas e Construtores em 2025.
Entre os momentos marcantes estão a ultrapassagem vitoriosa na Cidade do Cabo (2023) e a primeira vitória da marca em casa, em Berlim (2024). Nesse mesmo ano, venceu quatro corridas – mais do que qualquer outro piloto – consolidando o seu papel decisivo nos sucessos da equipa. Os responsáveis pelo pojeto Porsche na Fórmula E, fizeram questão de enaltecer o trabalho do piloto luso. No momento da saída, somam-se os elogios ao talento, à postura e à dedicação de AFC.
Thomas Laudenbach, vice-presidente da Porsche Motorsport: “Após a conquista do título em Londres, em julho, a Porsche alcançou o auge do desporto motorizado elétrico, e isso deve-se em grande parte ao desempenho do António. Ele teve um papel decisivo para que pudéssemos alcançar este feito. Os momentos como a ultrapassagem na Cidade do Cabo e a nossa primeira vitória em casa, em Berlim,
permanecerão nas nossas memórias e fazem parte da história da Porsche na Fórmula E. Estamos orgulhosos destes momentos e gostaria de lhe agradecer por isso. Também apreciei muito a sua atitude sempre positiva e descontraída. Espero encontrar o António novamente em breve nos paddocks por esse mundo fora e desejo-lhe tudo de bom para o futuro”.
Florian Modlinger, Director Factory Motorsport Formula E: “Em três anos muito intensos connosco, o António provou a sua classe, com cinco vitórias no Porsche 99X Electric. Ele impressionou toda a equipa, sobretudo com o seu talento em corrida, a forma como conseguia ler a corrida e abrir o caminho para a frente. Agradeço ao António pelas suas conquistas, mas também pela sua abordagem direta e
transparente, bem como pela gratidão que demonstrou a cada pessoa da equipa. Os meus agradecimentos também aos seus mecânicos e engenheiros, que trabalharam arduamente para ajudá-lo a recuperar a sua força nas qualificações. Só assim conseguimos ser Campeões do Mundo de Equipas e de Construtores em julho. Desejamos ao António tudo de bom.”












