Não foi a tarde que António Félix da Costa esperava. O português começou na terceira posição, mas terminou na oitava, no que pareceu ser uma gestão menos cuidada da energia. No entanto, muitos fatores entram em conta para a avaliação de uma corrida e a equipa saberá melhor. O certo é que a corrida começou muito bem e o português andou perto dos primeiros e acabou em oitavo longe das lutas do topo.
Félix da Costa disse que ele e a equipa tinham “dado passos claros tanto na qualificação como na corrida”, mas que era necessário mais antes da segunda corrida de amanhã. “JEV está claramente a fazer um trabalho melhor neste momento com alguns detalhes que, no final de 40 voltas, ajudam”, disse ele, citado pela The Race. “Por isso, precisamos de ver o que é. Se é a condução, se é a afinação, o que quer que seja. Vamos dar uma vista de olhos (esta noite)”.
Já Jean-Éric Vergne disse que neste momento não confia muito nas decisões estratégicas da equipa. O seu engenheiro pediu-lhe para ir para o Attack Mode, mas o francês apenas o fez uma volta depois. JEV considera que havia potencial para mais:
Vergne disse à The Race que não tinha “todos os elementos nas minhas mãos para julgar se podíamos ter ganho”, mas sentia que em última análise precisava de “ver com os engenheiros o que aconteceu. Por vezes não confio nas suas decisões sobre o Attack Mode)”, acrescentou ele. “Parece que no Attack Mode não somos muito fortes, não sei. Preciso de ver, mas senti que não era a volta certa para o fazer. Preciso de verificar – talvez tenha sido culpa minha, mas penso que não teria mudado muito. Claramente, penso que tivemos o ritmo para, pelo menos, terminar em segundo lugar de uma forma mais fácil do que eu hoje”.










