Apesar de algumas críticas dos pilotos, Alejandro Agag não está com muita vontade de mudar as regras.
As corridas, têm agora com a duração de 45 minutos mas alguns pilotos têm pedido para um aumento do tempo de corrida no caso de haver um Safety Car ou Full Course Yellow, para manter a filosofia de eficiência e não corridas a fundo. As novas unidades motrizes e as interrupções das corridas têm colocado para segundo plano a eficiência e gestão de energia, dando ênfase apenas à corrida a fundo.
Apesar de atento às críticas, Agag prefere para já manter o formato:
“Há uma certa lógica na questão da gestão de energia”, disse ele ao motorsport.com. “Estamos em cima disso. Tanto nós como a FIA estamos atentos a essa situação. Existem algumas opções – poderíamos adicionar tempo, poderíamos usar mais Attack Mode o que levaria a usar mais energia. Mas não tenho por hábito mudar as coisas que estão a funcionar bem, e tivemos provavelmente quatro das melhores corridas da história da Fórmula E. Quem sabe, talvez tenhamos uma corrida muito má e então começaremos a investigar, mas vamos primeiro esperar por uma corrida má, porque se elas continuarem a ser boas, para quê mudar as coisas?”
O Attack Mode tem sido uma das novidades para apimentar as corridas mas o formato não tem sido alterado, com duas activações de quatro minutos cada, em que os carros ganham mais 25kW de potência. O motivo pelo qual esta “fórmula” se tem mantido é o mesmo:
“O motivo pelo qual não mudamos é porque está a funcionar bem. Mas a FIA está muito atenta. Eles têm muitas ferramentas e simulações que podem fazer para prever o que vai acontecer, e tenho certeza de que eles tomarão algumas medidas se for necessário.”











