Foi claramente um dos piores fins de semana de Félix da Costa dos últimos tempos. Já não nos lembramos de ver o piloto português tão perseguido pelo azar, a que se juntaram alguns erros. O problema na travagem na qualificação já estava a complicar a tarefa que ficou ainda mais difícil com a saída de pista de Mortara. No arranque da corrida sofreu um toque de Dan Ticktum e o português aproveitou para criticar a abordagem do estreante:
“Assim que arranquei, o meu carro desligou-se – algum tipo de problema de software – e depois voltou a ligar-se”, explicou AFC. “Mas, obviamente, está muito vulnerável nesse momento e eu cheguei à curva 1 e o piloto [Ticktum] no meu interior bloqueou as rodas, que depois atingiu-me. Bati noutro carro e parti a minha suspensão dianteira esquerda. Tive um pouco de azar porque fui colocado no meio de dois estreantes, entre o Ticktum e o Askew. Um deles foi demasiado cauteloso, o que para mim era a abordagem certa, o Oliver, ele teve uma boa corrida. E o Dan, ele tentou entrar onde não havia [espaço], não devia ter lá estado e foi excessivamente agressivo e sim, ele acabou com a minha corrida.”
Veio o segundo dia e Félix da Costa foi a primeira vítima da novidade do novo formato. Não viu a “sua” luz verde e entrou em pista fora de tempo. Um erro que prejudicou o que podia ter sido uma boa qualificação. Na corrida, um carro subvirador arruinou a corrida do #13.
Motivos de preocupação? É certo que começar com uma jornada dupla e ficar a zeros é francamente negativo, mas Félix da Costa já nos habituou a grandes recuperações. É na adversidade que o piloto de Cascais mostra a sua valia e dele, continuamos a esperar muitas coisas boas. Não começou bem, mas Félix da Costa não gosta de desafios fáceis.











