Filipe Albuquerque chegou este ano a um mundo completamente diferente do que estava habituado. Equipa nova, carro novo e companheiros novos, já habituados à máquina. Muitas mudanças que exigiram uma adaptação rápida e que não permitiram a preparação desejada para as 24h de Daytona:
“Não vejo novos obstáculos com nervosismo, mas sim como um desafio a ser superado e vivo para esses desafios. Mas apesar do esforço tremendo dos meus colegas para me integrar na equipa, especialmente do Ricky Taylor, tenho de admitir que não foi a preparação ideal e não foi a corrida para a qual fui mais bem preparado. Até porque era uma novidade não só para mim e também para a equipa, que estava a descobrir o novo carro e precisávamos de o entender o mais rapidamente possível, sendo que a equipa tinha já do seu lado três pilotos que conheciam a máquina e podia usar isso como uma ajuda para a adaptação. A prioridade era tornar o carro rápido para uma prova de 24 horas e como era o estreante no carro, fiquei de alguma forma para segundo plano em termos de preparação para a corrida, o que compreendi. Todo o trabalho de afinação foi feito com base no feedback do Ricky, do Alex Rossi e do Hélio Castroneves e foi uma decisão inteligente pois para colocar o carro a andar rápido, tinha de ser com base no feedback dos pilotos que já o conhecem e não do meu que ainda não estava completamente familiarizado. Isso levou a que ficasse com um pouco menos tempo de pista, pois o engenheiro precisava do máximo de feedback dos pilotos mais experientes. Foi completamente normal isso ter acontecido mas fez com que não estivesse tão à vontade quanto gostaria.”
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