Desde o ROAR before the 24 e nos treinos que antecederam a prova, e mesmo no arranque, ficou claro que os Cadillac eram a referência para as 24h de Daytona. Albuquerque e a equipa entenderam logo que o desafio que tinham pela frente iria ser duro:
“Percebi logo que ia ser uma corrida complicada e sempre no limite. Entendi isso quando fiz os primeiros três stints na liderança entre a uma e as quatro da manhã. Eu passei o Kevin Magnussen por fora na curva um, num recomeço de prova, com pneus frios e passado cinco voltas, quando os pneus já estão quentes, ele volta a aproximar-se de mim. Logo aí percebi que numa fase final, quando eles iriam atacar com tudo ia ser ainda mais difícil. Andei muito mais no limite do que nos outros anos. Lembro-me na vitória nos GTD que foi também no limite, mas foi no final da prova e não 12 horas antes do fim.”
Já temos estes carros há quatro anos e sabia qual era a tendência. Sabia o que os Cadillac tinham e agora também já sei o que a Acura tem. E é muito engraçado porque achamos sempre que os outros é que estão a fazer “sandbaging” ou a esconder o jogo. Agora entendo que ninguém esconde o jogo. Toda a gente anda no limite. Sabíamos que, se os Cadillac eram capazes de fazer a pole por três ou quatro décimos, em corrida iriam ser muito melhores, porque o desgaste dos pneus nos Cadillac é muito menor. O que vimos no passado é que a Acura tem de fazer a pole para que na corrida as coisas estejam mais ou menos equilibradas e isso não aconteceu, o que nos deu logo a noção que iria ser muito difícil. “
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