GP Bahrein F2: Felipe Drugovich vence. Ilott 2º e Schumacher 4º

Por a 28 Novembro 2020 11:08

Felipe Drugovich (MP Motorsport) venceu pela terceira vez em 2020. O brasileiro da MP Motorsport conquistou também a sua primeira vitória na Feature Race. Callum Ilott (Uni-Virtuosi Racing) ficou na segunda posição, conseguindo assim diminuir a vantagem de Mick Schumahcer (Prema Racing) no campeonato. A completar o pódio ficou Jehan Daruvala (Carlin), com este a ser o primeiro pódio para o piloto indiano em 2020.

Logo no arranque, Drugovich passou por Ilott, conseguindo abrir uma vantagem para beneficiar com a sua estratégia de pneus, tendo começado com os pneus médios. Já o britânico teve de batalhar com Marcus Armstrong (ART Grand Prix) e Schumacher.

Ilott acabou por parar à volta 12 e problemas com o pneu dianteiro esquerdo fizeram com que a paragem demorasse mais do que necessário. Apesar disso, o ritmo com os pneus duros novos foi suficiente para conseguir passar Drugovich, que ainda não tinha parado.

Após a paragem, o brasileito da MP Motorport utilizou a mesma vantagem de pneus novos para voltar à liderança e conseguir uma vantagem de cerca de 15s quando a bandeira xadrez caiu no circuito do Bahrein.

Já Schumacher fez um excelente corrida. Saindo de 10º, o líder do campeonato conseguiu terminar na quarta posição, depois de passar o colega de equipa Robert Shwartzman e Marcus Armstrong. Infelizmente, o alemão não conseguiu passar por Daruvala, com o indiano a subir ao pódio pela primeira vez em 2020.

No campeonato, o segundo lugar de Ilott coloca a vantagem de Schumacher em 12 pontos, com Schumacher com 203 pontos e Ilott com 191 pontos.

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6 comentários

  1. Pity

    28 Novembro, 2020 at 13:08

    Grande corrida do Mick Schumacher, em especial na primeira parte, mas não nos podemos esquecer do Tsunoda, que também fez uma recuperação fantástica. Daruvala a mostrar-se, finalmente, depois de ter brilhado na F3 e, claro está, não podemos ignorar os dois primeiros. Illot a recuperar alguns pontos na luta pelo título e Drugovich a mostrar que o Brasil continua a produzir talentos, embora ainda falte saber a medida exacta desse talento.

    Agora, uma pergunta para os nossos amigos brasileiros, pergunta sem segundas intenções: Drugovich também é filho de papá? Pergunto isto, porque na lateral do carro e no fato do piloto, no local dos patrocínios, está “Drugovich”. Alguma empresa do pai, ou outro familiar?
    PS: Insisto neste ponto: não interpretem esta questão, como depreciativa, é apenas curiosidade.

    • JoaoLima

      28 Novembro, 2020 at 14:15

      A Drugovich é esta firma https://www.drugovich.com.br/ e está aqui uma entrevista com ele onde fala das suas raizes:

      Vindo de uma família com tradição no automobilismo (os tios Claudio Drugovich, na Fórmula Ford, e Osvaldo Drugovich Júnior, bicampeão na Fórmula Truck em 1997 e 1998), o jovem paranaense de 18 anos (fará 19 no próximo dia 23 de maio) mostrando até aqui uma carreira extremamente consistente.

      Desta forma, Felipe se cacifa para voos mais altos, inclusive a F1. O Formulai traz uma entrevista exclusiva com esta promessa do automobilismo nacional, que disputará este ano (NOTA: a entrevista foi feita em 2019) a temporada da FIA F3 (preliminar da F1), que se inicia em 10 de maio em Barcelona.

      Sua família já tem tradição no automobilismo (seus tios foram campeões na Fórmula Ford e na Truck). A ida para as pistas foi algo natural ou rolou uma pressão?
      Não. Sempre foi tudo natural, nunca me forçaram a nada. Quando tinha 8 anos, me colocaram em um kart, gostei muito e a coisa foi…Mas nunca me colocaram pressão, foi tudo bem natural.

      Qual é a origem dos Drugovich?
      A origem é austríaca. O nome é eslavo, mas a origem do nosso Drugovich é austríaca. E significa “filho do dragão”.

    • Cágado1

      28 Novembro, 2020 at 23:43

      Grandes corrida do Mick?… Não vimos de certeza a mesma corrida. Um piloto com a sua experiência e aspirações ser incapaz de ultrapassar um muito menos experiente e mais lento Daruvala! No início arruinou a corrida do Zhou ao alargar demais a trajectória e levar-lhe a asa. Nahhh! (Só por curiosidade, vi a diferença entre o Zhou e ele, depois da troca da asa do Zhou e no final. Em 30 voltas o Zhou recuperou-lhe 14 seg, 8 nas 1ªs 16, até à troca de pneus.) Não vou dizer que foi uma miséria, claro que acabou por ser positiva, mas realmente ele não é um sobredotado – deve estar mais próximo do Tio que do pai. Talvez um grande trabalhador.
      Grande corrida do Tsunoda (depois da asneirada de ontem) e do Drugovich, isso sim!
      O Drugovich é a revelação do ano, vindo do nada, numa equipa de 2º plano, leva 3 vitórias e várias corridas interessantes. Com esta questão das academias que têm pilotos espalhados por toda a F2, quero ver quem vai pegar nele para o ano, ou se continua ‘orfão’.

      • Pity

        29 Novembro, 2020 at 13:32

        O Mick não ultrapassar o Daruvala não é nada estranho. O alemão está a lutar pelo título, pelo que não quis correr riscos desnecessários e o indiano não é nenhum coxo, na F3 foi muito bem.
        Se o Mick for como o tio, será bastante bom. Não devemos exigir demais do miúdo.

        • Cágado1

          30 Novembro, 2020 at 1:57

          Não fiz a comparação com o Tio para o diminuir. Tb acho que é uma comparação boa, não envergonharia ninguém.
          Quanto ao Daruvala, não concordo mesmo. Eram mais 3 pontos importantes; estava muito mais rápido até o alcançar e até arriscou bastante – só que arriscou mal.

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