A F2 e a F3 apresentaram também os calendários para a época 2021. O corte nas despesas foi o tema central na organização destes calendários.
A vontade dos organizadores passava por facilitar a tarefa às equipas e diminuir os custos das competições e tal foi conseguido diminuindo o número de datas, aumentando em contrapartida o número de corridas. Assim a F2 passa a ter oito rondas em vez das 12 que vimos em 2019 e das nove de 2020 e a F3 passará a ter sete rondas ao invés das nove habituais. Ambas as competições passam a ter três provas por fim de semana, para compensar a diminuição de jornadas.
Calendário F2:
28 de março – Bahrein
22 de maio – Mónaco
5 de junho – Azerbaijão
18 de julho – Silverstone
12 de setembro – Monza
26 de setembro – Rússia
28 de novembro – Arábia Saudita
5 de dezembro – Abu Dhabi
Calendário F3:
9 de maio – Espanha
27 de junho – França
4 de julho – Áustria
1 de agosto – Hungria
29 de agosto – Spa
5 de setembro – Zandvoort
24 de outubro – EUA












Um nome que não iremos ver no próximo ano, é o de Giuliano Alesi. O pai já não tem mais dinheiro para financiar a carreira do filho.
Sem nada contra o rapaz, não se perde nada.
Verdade. É mesmo muito fraquinho.
Três provas por fim de semana é um retrocesso.
É tratar-se a F2 como se da F3UK se tratasse: uma fórmula para novatos, a dar os primeiros passos nas competições motorizadas. Na F3Uk justifica-se, sim. Na F2 é um completo desvirtuar da essência da categoria, que é a principal antecâmara da F1.
Não é aumentando o número de corridas por fim de semana que melhora a competitividade. Pelo contrário, a terceira corrida torna o final de semana enfadonho e sem surpresas. Enfim.