Não foi uma estreia fácil para o jovem Guilherme Oliveira. A sua estreia nos protótipos começou com alguns problemas e com poucas voltas feitas nos treinos, Oliveira tinha uma tarefa delicada pela frente… entrar de rompante num dos campeonatos mais competitivos de endurance, sem ensaio geral. Na corrida, mostrou potencial conseguindo gerir bem o que foi acontecendo em pista, apresentando o ritmo constante, sem cometer erros. No fundo, conseguiu atingir os objetivos propostos, como explicou:
“Foram dias de grande trabalho e de grande aprendizagem. O nível dos pilotos e das equipas é muito diferente do que estava habituado, tal como a exigência, mas foram dias em que aproveitei para aprender muito e ganhar experiência. Nos treinos livres, infelizmente, não rodamos o que queríamos com problemas no nosso carro, o que me deixou com algumas incertezas para a corrida, sem tempo suficiente para me ambientar, mas a prova correu-me bem e no meu stint consegui ser muito regular, sem cometer muitos erros e fazendo uma boa gestão do tráfego. Consegui entregar o carro ao meu colega de equipa que era o meu objetivo. Estamos agora a trabalhar no futuro, há muitas hipóteses em aberto, mas vamos acabar o ano com a última ronda da F4 Espanha e depois avaliaremos as nossas opções.”
Oliveira tem ainda uma época de F4 para concluir, mas o mundo dos protótipos começa a ser cada vez mais aliciante com jovens pilotos a darem nas vistas no ELMS. Com as maiores estrelas nacionais a brilharem nas competições de topo do Endurance mundial, esta pode ser a via de futuro para o jovem Oliveira. O primeiro contacto foi promissor.











