Desde que regressou ao formato de duas corridas por fim de semana, em 2015, o DTM passou a ter provas de 40 minutos ao sábado – sem paragens nas boxes – e de 60 minutos no domingo com ‘pitstops’ obrigatórios. Este ano todas as corridas terão uma duração de 55 minutos mais uma volta, em cada dia dos nove fins de semana de prova, e todas incluirão uma paragem nas boxes obrigatória. Os aquecedores de pneus foram banidos para coincidirem com a introdução de borrachas mais macias e o aumento da aerodinâmica dos carros.
As equipas passam a apenas poder utilizar dois homens com máquinas de aperto das rodas, um em cada lado do carro, numa medida que tem a intenção de fazer demorar mais os ‘pitstops’, não existindo qualquer ‘janela’ de paragens nas boxes estipulada. “O novo formato de corrida encorajar estratégias criativas e uma competição muito refinada por parte das equipas e dos pilotos. Para os espetadores pretende-se que o DTM ofereça corridas cada vez mais espetaculares e divertidas em ambos os dias do fim de semana de prova”, justificou Florian Zitzlsperger, um dos responsáveis pelo promotor ITR.











Esta DTM foi ultrapassada pelo WTCC, o WTCC costumava ter corridas chatas sem ultrapassagens, o DTM e o BTCC eram as melhores séries. Este novo DTM sem a Alfa Romeu, mais parece um campeonato falsificado, com equipas fictícias, com nomes pomposos, mas na prática são equipas de 6 carros cada, com ordens de equipa que transcendem as equipas, onde as marcas são as verdadeiras equipas e onde só existem 3 pilotos no campeonato. Ou deixam entrar os Japoneses, os Australianos, os Americanos os Italianos e impedir que existam mais de 2 pilotos por marca este campeonato vai continuar a ser… Ler mais »