Mesmo não repetindo o triunfo de 2016, Álvaro Parente deixou a sua marca na edição deste ano das 12 Horas de Bathurst. Foi um dos pilotos mais rápidos em pista e tem a consciência que se não fosse o problema sentido por Rob Bell no começo da prova teria lutado pela vitória.
Depois de largar das boxes Rob Bell estava a recuperar várias posições quando um sensor fez parar o McLaren 650S n.º1 da Tekno Autosport. O tempo perdido numa volta lenta e também com a ida às boxes acabou impedir a equipa de lutar pela vitória ou sequer um pódio, fazendo-a terminar a mais de uma volta dos vencedores.
Mas isso não desmotivo os pilotos, nomeadamente Álvaro Parente, que deu o tudo por tudo para que a equipa terminasse o melhor classificada possível, vindo a concluir a longa corrida no quinto posto.
“Quando entrei no entrei no carro sabia que se quiséssemos alcançar um bom resultado teria de atacar. Fiz o meu primeiro turno como se cada volta fosse de qualificação. Foi alucinante, a um ritmo tremendo, sobretudo na zona de montanha”, afirma o piloto português da McLaren GT.
“Penso que foi muito importante, porque nos permitiu ganhar muito tempo e aproveitar os ‘safety car’ para subir na classificação para recuperar voltas para os primeiros”, salienta Álvaro Parente.
“Foi pena aquele problema iniciar com um sensor que começou a funcionar mal. A Tenko Autosport esteve fantástica, o McLaren 650S estava muito rápido e os pilotos também estiveram muito fortes”, refere também o piloto português.
“Acredito que o nosso lugar era no pódio e a lutar pela vitória, mas por vezes as corridas são assim. Porém fizemos uma recuperação brilhante e todos nós devemos estar orgulhosos do trabalho ao longo de todo o fim-de-semana. Mostramos que este ano têm de voltar a contar connosco”, rematou Álvaro Parente.











