O piloto luso-angolano começou a correr no Campeonato Nacional de Ralicross antes de passar para o CPTT. Esta é a sua primeira época internacional, que começou a semana passada na Baja Itália.
Branco espera ajudar a divulgar a modalidade de todo-o-terreno em Angola, avançando que “para já as provas são feitas por um grupo de amigos. Está-se a tentar organizar um campeonato, mas vai ser complicado porque ainda não foi criada uma federação. Por enquanto, as provas de velocidade são as que atraem mais pilotos”.
O projeto para participar na Taça do Mundo foi criado de raiz, mas Branco tem objetivos ambiciosos. Mesmo com o abandono na Baja Itália, o piloto luso-angolano ainda quer “ser campeão da categoria T2, ou pelo menos tentar ir o mais longe possível. O brasileiro Reinaldo Varela vai ser um dos nossos principais adversários, mas nas próximas provas vamos poder ganhar vantagem a alguns italianos que não vão estar presentes”.
Nesta sua nova aventura, Rómulo Branco já encontrou algumas adversidades, como “o terreno da prova italiana, que foi disputado no leitor de um rio seco, algo a que não estava habituado. Só conheço bem as provas de Portugal e Espanha. Em Abu Dhabi também vai ser tudo novo, pois não conheço o deserto nem tenho experiência com este tipo de navegação. Sei que vou ter que aprender algumas técnicas para andar bem na areia, mas vai ser uma prova de oito dias e até lá vou tentar melhorar o meu tipo de condução”.












