Ontem foi dia de descanso em Valparaiso, no Chile e tal como seria da mais elementar justiça o piloto do Pioneer Desert Team Delta Q teve a sua participação na corrida assegurada depois de ontem ter sido informado que estava fora de prova.
“Fui obrigado a parar a 20 quilómetros do CP1 da 6ª etapa, quando 19 camiões bloqueavam a pista. Nessa altura fomos notificados pela organização que a prova estava neutralizada e que deveríamos aguardar por instruções quanto à forma de sair daquele local. A resolução do problema só aconteceu na manhã do dia seguinte, pelo que juntamente outros participantes, entre os quais estavam mais duas equipas portuguesas, só chegamos a Mendoza, final da 6ª etapa, pelas 15 horas locais”, explica Ricardo Leal dos Santos que acrescenta: “A essa hora já estava fechado o controle para o início da 7ª etapa, que os camiões ficaram dispensados de fazer. O mesmo acabou por acontecer, de forma forçada connosco. Não fazia qualquer sentido sermos penalizados por uma situação que não fomos nós a criar. Felizmente está tudo resolvido e agora com o nosso X5 totalmente revisto quero abordar a segunda metade da prova acreditando que tudo vai melhorar”.
Após uma jornada de descanso nas orelhas do Oceano Pacífico, a prova ruma agora a norte em direcção ao deserto do Atacama que será abordado dentro de três dias. A próxima etapa com quase 300 quilómetros de sector selectivo será efectuada em média montanha com pistas que variam entre os rolante e o sinuoso bem à medida dos os pilotos mais tecnicistas.










