Desde 2005 que Robby Gordon é um dos grandes nomes a figurar a lista de inscritos do Dakar. Para esta edição, e depois de no ano passado não vencer qualquer tirada e abandonar a dois dias do final, quando era 44º da geral, o piloto redesenhou o seu carro por completo.
Tendo agora em mãos um HST Gordini, uma versão mais curta que o seu antigo Hummer, com um motor V8 Chevrolet de 5.7 litros a gasolina, Gordon começou a prova em bom plano, ao ser segundo na etapa inaugural, mas…a bonança cedo terminaria.
O piloto deparou-se com um problema de sobreaquecimento de travões logo na etapa seguinte, a maior da prova, composta por 518 km, que o relegaram para o 48º lugar da geral, a mais de quatro horas do primeiro lugar, vendo assim comprometidas as suas aspirações iniciais de vir “para vencer”.
Mas depois de um 15º lugar na terceira etapa, após partir do 50º posto, o quarto dia de prova voltou a ser traiçoeiro para o norte-americano, que voltou a parar durante a especial com problemas no seu Gordini, que o obrigaram a voltar a perder tempo. Ontem, e voltando a provar que quando não é traído pela mecância, é um dos pilotos mais rápidos do plantel, Gordon fez o terceiro tempo, a 1m25s do mais rápido, o russo Vladimir Vasilyev. No cômputo das cinco especiais, Gordon é quinto, ocupando o 32º lugar da geral, a 5h45m de Nasser AL-Attiyah.









