“Infelizmente, e confirmando os nossos piores receios, mantiveram-se os problemas da véspera e acabámos por ser obrigados a parar cerca do km 119 do primeiro setor seletivo, ironicamente, a escassos 500 metros do local onde também abandonamos há um ano”, lamentou Nuno Matos, aludindo aos problemas com a bomba de alta pressão do Astra Proto que já ontem tinham limitado em muito a sua prestação.
“Após o alerta de ontem, procurámos a todo o custo identificar a origem do problema na nossa Assistência, só que nenhuma anomalia foi identificada pelo computador. Só que hoje, após um início em que tudo aparentava estar bem, o carro voltou a desligar-se três vezes seguidas no espaço de apenas 5 km, até se imobilizar por completo. Enfim, é um problema que vamos ter que resolver em definitivo até à próxima prova”, acrescentou o piloto, naturalmente desiludido por este inglório desfecho.
O Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno está de regresso nos dias 29 e 30 de junho com o Rali TT Serras do Norte, numa organização do Motor Clube de Guimarães.











