Leal dos Santos chegou a rodar entre os seis mais rápidos, demonstrando uma vez mais a sua adaptação ao BMW X3 CC. No entanto, a etapa de ontem não foi totalmente positiva, na medida em que dois furos ainda antes do km 60 condicionaram a restante corrida.
“Na parte inicial de areia entrámos bastante bem e no WP1 fomos o quarto carro mais rápido. O pior foi a seguir quando o percurso entrou num mar de lama e depois num rio do qual não víamos o fundo. Senti que estava a pisar pedras e ramos até que dois pneus se rasgaram. Tivemos de procurar um sítio consistente para mudar os pneus e sabíamos que a partir daí a contenção teria de ser muito maior”, destacou Ricardo Leal dos Santos.
Hoje, as equipas enfrentam uma etapa que é de relaxamento para a grande maioria dos concorrentes. Partindo de Córdoba, a última etapa do Dakar 2011 será curta e rápida e irá terminar no autódromo de Baradero onde se espera um grande espetáculo.











