Apesar de toda a polémica existente antes do início da competição, a verdade é que o equilíbrio é agora bem maior, o que se refletiu de imediato na emotividade da prova. Filipe Campos conseguiu manter a maior parte da vantagem que tinha ganho na primeira metade do dia, onde acabou com 17.9s, terminando com 10.9s de vantagem, logrando suster o último ataque de Carlos Sousa, que tudo fez para chegar à vitória no dia do seu regresso ao ‘Nacional’ de TT.
Depois de ter começado a prova na frente, Miguel Barbosa não conseguiu manter-se junto de Campos e Sousa, perdendo muito tempo na fase decisiva da prova. Pedro Grancha (Nissan OffRoad) foi quarto, na frente de Bernardo Moniz da Maia (BMW X3). Miguel Farrajota (Proto Rav4) foi sexto.
Nas Motos não houve surpresas, com os dois pilotos mais rápidos da atualidade, Mário Patrão e António Maio, a discutirem a vitória desde o primeiro km. Patrão impôs-se na parte final, terminando a prova com 37s de vantagem sobre Maio. O vencedor do ano passado, Ruben Faria, não foi além da terceira posição. Nos Quads, o espectáculo foi grande, com João Lopes a dominar por completo a prova seguido de Roberto Borrego e de “Bertinho”. Nos cada vez mais espectaculares Buggys, este ano com novos carros, a vitória foi para o Polaris de Sérgio Silva. Rui Serpa e Manuel Agonia ambos em Rage completaram o pódio.
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