Ainda assim, a piloto do MAN TGS conseguiu ser segunda classificada entre os camiões, subindo para o quarto posto da classificação geral absoluta, não evitando contudo, perder muito tempo na corrida pela vitória entre os camiões. Em etapas rolantes Elisabete Jacinto bate o piloto checo, mas quando se chega à areia, as dificuldades são bem maiores.
Na etapa que ligou Boulanouar a Akjoutj, ganha mais uma vez pelo Buggy de Jean Louis Schlesser, que dessa forma dilatou a sua liderança, a piloto do Team Oleoban/MAN Portugal foi obrigada, juntamente com os seus companheiros de equipa, a ter imenso trabalho fora do camião: “Foi uma especial em que os primeiros 300 quilómetros foram bastante rápidos e sem qualquer tipo de problemas. Depois disso foi o calvário. Quase 70 quilómetros de areia muito mole com muita erva de camelo que nos obrigava a ter um andamento muito lento e, pior do que isso, a enterrarmo-nos com frequência. Em quatro dessas ocasiões perdemos dezenas de minutos. Estamos todos estourados”, salientou no final da etapa Elisabete Jacinto que está agora a mais de hora e meia do checo tomas Tomecek, em Tatra.
No topo da classificação, Jean Louis Schlesser ficou bem mais à vontade, já que Regis Delahaye, em buggy MD Rally abandonou, fazendo com que o francês passasse duma margem para o segunda classificado a rondar a dezena de minutos, para cerca de… três horas.
A sétima especial do Africa Eco Race, que tem lugar amanhã, começa e termina no bivouac instalado em Akjoutj. Serão 413 quilómetros daquela que a organização considera ser a mais bela etapa do rali. A maior parte do percurso será feito nas dunas, com várias transposições de ergs mas, por outro lado, algumas partes da etapa serão feitas em zonas pedregosas.












