Terminou mais uma intensa e desgastante edição do Rali TT Transibérico com um desfecho pouco feliz para a formação da Prolama. Ao fim de cinco dias de competição acesa por terras portuguesas e espanholas, a duplas Rui Sousa/Carlos Silva viu-se forçada a abandonar na sequência de um acidente.
«Tivemos um encontro imediato com um sobreiro e o embate foi suficiente para partir um elemento da suspensão traseira”, conta Rui Sousa, acrescentando que «no sítio em que estávamos era impossível reparar a avaria e vimo-nos forçados a esperar pela assistência e dar por finalizada a prova».
Aos comandos do novo Isuzu Proto D-Max, Rui Sousa e Carlos Silva imprimiram um ritmo sólido e eficaz, mas a sorte não estava do seu lado. «Tivemos muito bem durante quase toda a prova, mas tivemos problemas logo na segunda etapa. Andámos cerca de 100 kms atrás de outro piloto e com a falta de visibilidade causada pela poeira acabámos por danificar a suspensão quando estávamos a cerca de 10 kms do fim, o que nos impediu de finalizar a etapa de sexta-feira».
Naturalmente, em termos desportivos, este não foi o resultado que a dupla da Prolama ambicionava. No entanto, Rui Sousa garante que ficaram «muito satisfeitos com a parte técnica”. Segundo o piloto, a equipa tem vindo “a conseguir grandes evoluções com o novo carro e creio estamos quase a encontrar a afinação perfeita. Além disso, sinto que estou também a melhorar a minha condução. Estou a adaptar-me cada vez melhor ao Proto D-Max».









