A estreia da Dacia no Rali Dakar 2025 é aguardada com grande expectativa, mas a marca adotou uma abordagem cautelosa no que aos resultados diz respeito. A Dacia montou uma equipa impressionante para a sua estreia com Sébastien Loeb, nove vezes Campeão Mundial de Ralis, e Nasser Al-Attiyah, cinco vezes vencedor do Dakar, e ainda Cristina Gutierrez, vencedora da Taça do Mundo de Rally Raid na categoria T3 em 2021.
Esta formação de pilotos experientes aumenta as chances de um bom desempenho na estreia, mas há que perceber primeiro o que vale o carro.
O Dacia Sandrider, protótipo desenvolvido para a competição, depois de dominar o Rali de Marrocos com uma vitória na sua estreia competitiva em outubro, deixou água na boca para o Rali Dakar, mas a derradeira aventura do desporto automóvel, é que vai certificar a valia do carro pois a prova que se realiza de 3 a 17 de janeiro, é um teste sem igual para pilotos e máquinas.

Para a chefe de equipa dos Dacia Sandriders, Tiphanie Isnard, não há ilusões quanto ao árduo desafio que espera o grupo de três carros: “Estamos prestes a enfrentar aquilo que só podemos descrever como um desafio humano extraordinário, mas que estamos determinados a enfrentar com coragem e convicção, tendo em conta o esforço que fizemos para nos prepararmos”, afirmou Tiphanie Isnard. “Embora seja um evento árduo, com pouco descanso durante quase três semanas intensas, estamos entusiasmados com o que nos espera e mal podemos esperar para começar.
“É claro que vamos para a prova como vencedores, depois da nossa vitória no Rallye du Maroc. Mas esse resultado não valerá de nada se subestimarmos a tarefa que temos pela frente ou se não nos mantivermos concentrados ao longo de cada etapa.”
FOTO Dacia











