Marc Coma deixou o cargo de diretor desportivo do Dakar, e resume bem a razão de, pela primeira vez na história, a prova se realizar apenas num país, o Peru: “Estas provas são grandes demais e tremendamente difíceis de organizar”. Etienne Lavigne, líder da ASO, ainda vai tentar manter-se, pelo menos mais um ano, na América do Sul: “Para este ano encontrámos um contexto complicado: um novo presidente no Chile, com uma política de austeridade, problemas económicos muito fortes na Argentina e, na Bolívia, indecisão quanto ao futuro do Dakar” começou por dizer, avançando com a esperança de se manter por aqui em 2020: “O interesse do Peru garante a edição de 2020, e talvez outros países (Chile, talvez o Equador) possam aderir. Mas também podem surgir problemas”, disse. Pelo que se percebe, a forma como tudo correr este ano será decisiva, sendo certo que a ASO já negoceia com países de África (Angola/Namíbia), Argélia e na Península Arábica, a Arábia Saudita.









