Dakar: Quem assume o favoritismo?

Por a 31 Dezembro 2021 10:57

Com o arranque da prova amanhã, vai começar a ter-se uma ideia mais concreta da correlação de forças neste Dakar, mas seja como for, os 19 Km do prólogo, podem deixar algumas pistas, mas o filme todo só se começará a percebe ao cabo de alguns dias…

Esta edição do Dakar tem todos os condimentos para ser uma ‘corrida’ extremamente aberta, já que as incógnitas são tantas, que ninguém, neste momento, é capaz de apontar com total segurança um favorito, equipa ou piloto, à vitória.

Com os novos regulamentos nos autos, a incerteza é muita. 

Pelo terceiro ano na Arábia Saudita, a edição deste ano teve um forte incremento do números de inscritos, com 570 participantes entre autos, motos, quads, camiões, SSV e Dakar Classic. 

Quanto ao contingente português, são este ano 20 elementos, divididos entre motos, autos, SSV, pilotos e mecânicos dos camiões e como novidade, uma equipa no Dakar Classic.

Este ano os regulamentos prevêem carros e camiões elétricos, bem como híbridos, em 2023 está previsto o hidrogénio nos T1-U, bem como combustíveis sintéticos, em 2024-2025, uma ‘explosão’ de Protótipos T1-U, com o horizonte final a ser 2030, ano em que a ASO prevê que todas as categorias se disputem com veículos de baixas emissões.

A Audi é a novidade absoluta na prova. Tal como fez em 1980 com o Quattro, a ideia é a mesma, um conceito totalmente inovador, mas se a história se repete, é algo que saberemos daqui a algumas semanas. 

Pela frente, um prólogo de 19 km entre Jeddah e Ha’il no dia 1 de janeiro, seguidos de 12 etapas, com um dia de descanso em Riade no dia 8 de janeiro, antes da bandeira de xadrez no dia 14 de janeiro.

Boa parte da atenção está na Audi com o seu novo RS Q e-tron, ainda por cima com Stéphane Peterhansel e Carlos Sainz, mas também a Toyota Gazoo Racing, que volta a ter em Nasser Al-Attiyah o seu ‘ponta de lança’ nas novas Hilux T1+.

Também com um dos novos T1+ estará o nove vezes campeão do WRC, Sébastien Loeb, que terá na equipa ainda os experientes Nani Roma e Orlando Terranova, todos com o novo T1+ da marca. 

Tendo em conta a ‘juventude’ dos novos T1+, os T1 ‘habituais’ podem causar algumas surpresas na classificação, pois a sua fiabilidade está mais do que comprovada, mas a verdade é que as três equipas de topo testaram intensivamente nos meses que antecederam a prova, pelo que arrancam para este Dakar com confiança no trabalho feito. Se há um conceito com tudo para provar é o da Audi.

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Um comentário

  1. Scb

    31 Dezembro, 2021 at 12:12

    Aposto em Nasser. Loeb no top 3 se tiver fiabilidade.

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