Ao contrário do que surge na lista de inscritos disponibilizada pela Amaury Sport Organisation, entidade que organiza o Dakar, Pedro Bianchi Prata não estará à partida da maior prova de todo-o-terreno do mundo, que começa dia 2 de janeiro em Assunção, capital do Paraguai.
O motivo desta ausência do experiente piloto de Marco de Canaveses está relacionado com o facto de não ter reunido os patrocinadores necessários para marcar presença pelo 12º ano consecutivo no Dakar. “Em toda esta situação existe um mal entendido. Estava pré-inscrito, mas antes do final de outubro alertei o ASO que iria falhar a prova. Infelizmente esta ausência deve-se ao facto de não ter conseguido reunir os apoios necessários ao nível dos patrocinadores”, explicou campeão da Europa de Bajas ao MotoSport.
Curiosamente a ausência de um dos mais experientes pilotos portugueses no Dakar surge num ano onde o contingente luso é um dos maiores de sempre, sendo composto por 10 pilotos, cinco deles estreantes. Ao MotoSport Bianchi Prata não deixou falar desta nova realidade. “É de louvar que esses pilotos tenham reunido as condições para poderem estar presentes. Para além de ter pilotos com provas dadas Portugal tem de aproveitar o facto de possuir outros bons valores. É bom que apareçam jovens pilotos com vontade de fazer o Dakar bem como de aprender o que são este tipo de provas e a arte de navegar”.
Fora do Dakar 2017, o piloto luso revelou que tem os objetivos bem definidos para o próximo ano. “O principal é regressar ao Dakar apesar de saber que não será uma tarefa fácil. Porém em 2017 também gostaria de defender o título europeu de bajas e ao mesmo tempo manter a minha equipa que compete no Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno”.











