As hipóteses eram diversas e essas deixavam perceber que a ASO negociava com várias partes. Angola/Namíbia/África do Sul, e Arábia saudita eram os palcos mais prováveis, mas pelos vistos o Dakar vai mesmo para o Médio Oriente, ficando mais uma vez adiado o regresso a África.
O acordo é por cinco anos, foi avançado pelo Motorsport.com, a ASO para já não comenta, mas o anúncio oficial deverá surgir dentro de algumas semanas.
A prova arrancará de Riade, em janeiro, e neste momento colocam-se de imediato questões relativas à forma como a Arábia saudita se adaptará ao facto de poder receber muitos milhares de visitantes para seguir a prova, isto para além da caravana que já é imensa, e não nos referimos, claro está, às condições monetárias para o fazer, pois dinheiro é ‘coisa’ que por ali não falta, mas tudo o resto, num país, que como todos se recordam tem estado sob forte escrutínio internacional depois de ter sido alvo de intensas críticas em 2018, após o assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi dentro do consulado saudita em Istambul, por agentes sauditas e a pressão que continua a existir sobre o Príncipe Herdeiro, Mohammad bin Salman. É certo que o desporto está acima da política, mas críticas são algo que não vai faltar…











