Carlos Sainz venceu o seu segundo Dakar, depois de já ter vencido em 2010. Aos 55 anos, o piloto espanhol torna-se no vencedor mais velho da história da prova entre os carros, dando também a terceira vitória consecutiva à Peugeot.
“Estou muito feliz, é uma recompensa merecida. Que alegria tão grande. Como coincidência, venci aqui o meu último rali do WRC, nestes mesmos caminhos, em 2004. Córdoba e a Argentina deram-me mais uma grande alegria. Tenho abandonado o Dakar nestes últimos anos, mas dei sempre o meu máximo. Este ano, o Dakar foi duríssimo. Agora vou desfrutar da vitória e só depois penso no futuro. A Peugeot vai sair e eu vou ver o que decido com a família”.
“Foi um rali muito difícil para mim. Provavelmente, foi o Dakar mais difícil de sempre em que participei, incluindo os disputados em África. As organização proporcionou-nos um percurso verdadeiramente difícil, com etapas extremamente duras. Mesmo as duas etapas que antecederam a final foram inacreditáveis, e também no Peru foi tudo muito complicado. Claro que, para mim e para o Lucas, é extremamente gratificante vencer um rali tão difícil. E o mesmo se aplica a toda a equipa, que fez um trabalho fantástico ao longo de todo o programa. O Peugeot 3008 DKR Maxi é, provavelmente, o melhor carro que jamais conduzi em rali-raides. Obrigado a todos os que nos apoiaram neste projeto, e um enorme agradecimento à Peugeot Sport”, disse o espanhol.











