Benediktas Vanagas e Filipe Palmeiro apontam para o top 10 e talvez mesmo um pouco mais acima. Mas para isso tudo tem que correr na perfeição. O ano passado, os furos impediram-no, mas neste já vai de T1+ pelo que os furos deixarão de ser um problema. Para Benediktas Vanagas: “Quando entrei pela primeira vez no Dakar, era muito mais rápido (risos). Todos sabemos que o Dakar é uma ultra-maratona. Não há uma grande diferença na velocidade nos primeiros 50 quilómetros. O que é preciso é ter bons resultados após 4.500 quilómetros de etapas especiais.
Há apenas um método que funciona: velocidade consistente durante todo o rali. O Dakar é para gente madura.
Os jovens podem ser mais rápidos nos primeiros 100 quilómetros, mas é necessária experiência de vida para se poder medir os riscos e ainda assim rodar a alta velocidade. Este é o início da minha terceira temporada com o Filipe, ele é um profissional de topo, e traz-nos muita experiência. Estamos prontos para estar entre os 10 melhores ou mais acima”.












