Ao mesmo tempo do Dakar, a Dakar chegava a caravana do Africa Race, um evento que tarda em afirmar-se como boa alternativa ao ‘outro’ Dakar, e por muito que alguns lutem, esta é uma luta muito difícil de vencerem. Basicamente, a grande diferença entre quem opta por uma ou por outra, é entrar numa super-produção cinematográfica ou num filme com grande qualidade cénica, um argumento por vezes interessante, mas com atores quase desconhecidos.
Curiosamente, ambas as provas têm algo que a ‘outra’ queria ter. O Africa Race tem o percurso que o ‘Dakar’ gostava, ou pelo menos uma boa parte dos seus adeptos. E o ‘Dakar’ tem tudo o resto. não são sequer comparáveis, mas o Africa Race conquistou o seu espaço, mas a sensação que fica é que a prova marca passo…
Este ano, Vladimir Vasilyev (autos) e Andrey Karginov (camiões) foram os vencedores. Elisabete Jacinto esteve presente, mas desistiu cedo devido a um princípio de incêndio no seu camião. Teve muito azar, mas as corridas são assim. E dos portugueses das motos, tratamos em www.motosport.com.pt. O nosso site ‘irmão’.
Com o seu MINI, Vasiliy Vasiliyev não deu grandes hipóteses à concorrência, batendo Miroslav Zapletal com um enorme avanço. Mais parecia uma prova da Taça do Mundo de TT, mas uma das mais pequenas, nem sequer, de perto, Portalegre. Depois, classificaram alguns buggy que habitualmente disputam a prova, como Dominique Housieaux (Optimus MD), Guillaume Goméz (Optimus MD, ou o vencedor de 2015, Jean-Antoine Sabatier (Bugga One)
Nos camiões, Andrey Karginov e a Kamaz dominaram facilmente. A caravana tem hoje a sua etapa de consagração na chegada a Dakar.
Classificação geral Autos/Camiões












