Africa Race: Vitórias de Vasilyev e Karginov

Por a 14 Janeiro 2017 13:04

Ao mesmo tempo do Dakar, a Dakar chegava a caravana do Africa Race, um evento que tarda em afirmar-se como boa alternativa ao ‘outro’ Dakar, e por muito que alguns lutem, esta é uma luta muito difícil de vencerem. Basicamente, a grande diferença entre quem opta por uma ou por outra, é entrar numa super-produção cinematográfica ou num filme com grande qualidade cénica, um argumento por vezes interessante, mas com atores quase desconhecidos.

Curiosamente, ambas as provas têm algo que a ‘outra’ queria ter. O Africa Race tem o percurso que o ‘Dakar’ gostava, ou pelo menos uma boa parte dos seus adeptos. E o ‘Dakar’ tem tudo o resto. não são sequer comparáveis, mas o Africa Race conquistou o seu espaço, mas a sensação que fica é que a prova marca passo…

Este ano, Vladimir Vasilyev (autos) e Andrey Karginov (camiões) foram os vencedores. Elisabete Jacinto esteve presente, mas desistiu cedo devido a um princípio de incêndio no seu camião. Teve muito azar, mas as corridas são assim. E dos portugueses das motos, tratamos em www.motosport.com.pt. O nosso site ‘irmão’.

Com o seu MINI, Vasiliy Vasiliyev não deu grandes hipóteses à concorrência, batendo Miroslav Zapletal com um enorme avanço. Mais parecia uma prova da Taça do Mundo de TT, mas uma das mais pequenas, nem sequer, de perto, Portalegre. Depois, classificaram alguns buggy que habitualmente disputam a prova, como Dominique Housieaux (Optimus MD), Guillaume Goméz (Optimus MD, ou o vencedor de 2015, Jean-Antoine Sabatier (Bugga One)

Nos camiões, Andrey Karginov e a Kamaz dominaram facilmente. A caravana tem hoje a sua etapa de consagração na chegada a Dakar.

Classificação geral Autos/Camiões

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5 comentários

  1. [email protected]

    14 Janeiro, 2017 at 14:22

    Parabéns, pó ano vai ao Dakar e vê se consegues ficar no top 20 😉

  2. Forconda

    14 Janeiro, 2017 at 19:49

    Se o Africa Race é uma “prova a marcar passo”, então o que dizer do “Dakar Americano”, este ano teve pouco mais de 70 automóveis inscritos, teve menos 1600 kilometros de especiais, não teve qualquer historia…, resumindo o Dakar americano tornou-se apenas para a elite ou surreal, á semelhança de muito jornalismo…,enfim esta m@rda de jornal, está a publicar esta noticia e a colocar em causa o Africa Race, deviam era ter vergonha e olharem para o trabalho medíocre, que fazem, é por estas e por outras semelhantes que o desporto motorizado em Portugal vai de mal a pior…, tenham mais respeito pelos pilotos Portugueses que participam no Africa Race, nem todos os pilotos tem orçamento para disputar o DAKAR!, Parabens à Elisabete Jacinto e sua equipa, juntamente com os motards Portugueses que disputaram o Africa Race

    • José Luis Abreu

      15 Janeiro, 2017 at 9:00

      Caro, lamento muito que não tenha estômago para contra argumentar sem insultar ninguém. Havia muita e boa discussão a ter, cada um com as suas ideias, mas nunca com uma pessoa do seu nível de educação.

    • joao maria camilo alves

      15 Janeiro, 2017 at 11:26

      Posso até concordar que africa race “nao marca passo” e vai antes “crescendo”, a passo lento, como pode.
      E em paralelo Dakar perdeu algum fulgor com saída do Chile…
      Mas chamar a este artigo o pai do mau jornalismo nacional… ja me parece demasiado…

  3. joao maria camilo alves

    15 Janeiro, 2017 at 11:30

    So é pena a organizacao do Africa Eco Race nao ter seguido um regra tao simples como “chegámos depois, mesmo estando no local original, portanto temos de nos adaptar”. Fazer os 2 eventos exactamente sobrepostos no tempo é um enorme erro mediatico.
    É simbolicamente o logico, mas mediaticamente suicidio.
    Cobertura do Autosport ao evento? Zero!
    Seria zero em Marco? (Mesmo com mais calor no deserto…).
    Pergunto-me….
    Eu, como fã do TT acompanhei os 2…. mas agradecia poder gozar disso 2x, e nao em “dose dupla”.

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