Nas duas rodas, a grande novidade é que, a partir de 2011, apenas as motos com cilindrada até 450cc poderão competir no Dakar. Em todo o caso, para alcançar o objectivo de igualdade entre competitores, a organização adaptou uma medida transitória para o Dakar 2010, proibindo a utilização das 690cc por profissionais e obrigando os amadores com motos superiores a 450cc a utilizarem um restritor, fornecido pela organização, que limitará a potência do motor.
KTM retira-se em protesto
Um dia após a ASO tornar público o novo regulamento para as motos participantes no Dakar, a KTM divulgou um comunicado a anunciar a sua saída do principal rali do mundo, tanto a nível oficial como semi-oficial.
Dominadora das últimas oito edições, a marca austríaca diz-se “chocada com a falta de lealdade da organização do Dakar. Todo o desporto precisa de regulamentação, mudanças e adaptações às novas evoluções para que se mantenha o interesse do público. Mas isso também requer um tempo útil. Temos todo o material necessário para montarmos as 690 Rally, tanto da equipa de fábrica como de outros 50 clientes. Os prejuízos resultantes desta decisão serão enormes”, disse Heinz Kinigadner, director-geral da KTM.












