O plantel do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno cresceu significativamente de qualidade, com a introdução das T1+, mas como se sabe, também de custos, e quando isso sucede, normalmente há sempre efeitos positivos e negativos. Do lado positivo, o espetáculo, porque inegavelmente as T1+ ficam um passo acima em termos de espetáculo das T1, mas por outro lado, tendo em conta que são carros muito mais caros, há bem menos pilotos com acesso a ‘eles’ e por isso, a quantidade de gente a lutar na frente, estreita-se.
Com uma exceção curiosa, os Challenger/T3/SSV, que são carros muito mais baratos, inclusivamente que as T1, mas conseguem lutar na frente das provas, dependendo dos traçados. E as classificações têm mostrado um top 10 entre 50 e 70% ocupado pelos Challenger/T3 e o resto dividido entre T1+ e um ou outro T1.
Mais efeitos negativos? Aqui fica um, Nuno Madeira: “sinceramente estou muito próximo de não correr em 2025, porque eu tenho experimentado o T3, que será o futuro, vamos ter muito poucos carros T1 e eu gosto de lutar pela geral e com o meu carro (ndr, Ford Ranger T1) não consigo lutar pela geral, não tenho capacidade para um T1+ nem acho que seja adequado ao campeonato, portanto estou muito perdido nesta altura”, disse Nuno Madeira aos microfones da Movielight.











