Luís Portela Morais rodou nas primeiras posições, mas acabou por não ser feliz. O piloto que no ano passado foi segundo nesta prova, teve muitos azares durante o ano, mas quando as coisas lhe correm normalmente, anda bastante bem. O piloto continua a trabalhar para tentar estar presente no Dakar 2025, e a Baja TT Montes Alentejanos foi mais um capítulo do percurso: “Foi uma corrida muito amarga. Na PEC 1 estivemos na liderança dos T3 pelo menos até ao km 90, mas tivemos problemas no carro que culminou com o saltar de uma roda. Decidimos fazer a segunda etapa para podermos testar e perceber o que se passava com o carro, mas, infelizmente, continuamos a ter alguns problemas e por isso tentámos gerir ao máximo a corrida para levar o carro até ao fim, fazendo quilómetros e recolhendo dados para ver o que podemos melhorar. Como partimos das últimas posições não deu para fazer um grande resultado, mas foi melhor do que nada. Agora vamos trabalhar para estarmos na máxima força na próxima corrida”, referiu o piloto que compete aos comandos de um OT3 na Categoria Challenger sendo este ano navegado por Luís Engeitado.












