Depois do excelente quinto lugar na Baja de Portalegre do ano passado, regressando às competições após três anos de ausência, e logo com um competitivo MINI All4 Racing, Filipe Campos voltou a disputar uma prova do CNTT, desta feita a convite de Henrique Silva, dono da Cattiva Sport, que pediu ao tetracampeão nacional para guiar o Evoque Cattiva que já passou pelas mãos de Ricardo Porém e Rui Sousa. Contudo, a estreia de Campos com o Evoque foi atribulada e o piloto do Porto foi obrigado a abandonar logo ao km 35 do primeiro setor seletivo, percebendo que o motor estava prestes a ceder e parando para evitar esse desfecho: “Aceitei o convite de bom grado, tentei fazer o meu melhor, mas é preciso trabalhar no carro para ficar realmente competitivo. Quanto à prova, cedeu um tubo, começou a perder óleo e antes do motor partir, parei!” disse-nos Filipe Campos.
Enquanto o Evoque da Cattiva Sport vai continuar a ser evoluído, Henrique Silva está a desenvolver um MINI, um carro com um chassis desenhado por Ricardo Sacramento, um engenheiro português que trabalha na X-Raid – Dois dos carros já estão construídos, um terceiro estará pronto no final de abril: “Estamos fortemente empenhados neste projeto do MINI. O carro tem um chassis tubular, motor BMW 3.0 triturbo, a última evolução. A ideia é que que este carro se insira num patamar entre os MINI da X-Raid e as Toyota. Já está vendida uma unidade para Espanha, para o piloto Jorge Gaig, que prevemos entregar no final de abril. Depois de um período de testes, penso que o carro se deverá estrear na Baja Aragon. O primeiro carro ‘português’ deverá estrear-se numa das provas da Escuderia Castelo Branco, dependendo do avançar o projeto” disse Henrique Silva.










