três anos depois, chega ao seu final o Challenge DS3 R1, um Troféu que surgiu com o intuito de lançar jovens valores nos ralis, e assim foi. Contudo, sem que nunca tenha sido possível tornar a competição ainda melhor – sempre faltaram apoios aos organizadores – chegou agora o fim, pois Vítor Calisto, Joaquim Batalha e a Inside Motor já não vão dar sequência ao Troféu: “Chegámos ao fim desta maravilhosa aventura, foi um sonho que se tornou realidade com muito empenho, muito trabalho e com a enorme ajuda de quem desde o primeiro minuto acreditou no nosso projeto”.
“Não foi fácil pôr de pé durante três anos uma competição monomarca nos Rali em Portugal Nem tudo correu como gostaríamos, nem tudo pôde ser como planeámos” começou por dizer Vítor Calisto, que explicou depois as razões deste fim: “Muito foi feito, e posso garantir, que em todos os momentos desta competição a minha principal preocupação foi sempre virada para os pilotos participantes, tentando sempre, e na maior parte das vezes sem meios para o fazer, garantir uma competição de qualidade e uniforme, com automóveis da última geração e com prémios acima do que qualquer organização já fizera antes. Fomos preocupados com contenção de gastos até com o compromisso de inscrições mais baratas para os nossos participantes
Criámos uma imagem e uma ‘forma diferente de estar por dentro’ que nesta hora da despedida podemos seguramente estar orgulhosos da família em que nos tornámos”.
“Uma palavra de agradecimento a todos os pilotos, navegadores mecânicos e apoiantes de cada uma das equipas que ao longo de três anos e 18 ralis pode colorir de forma diferente as listas de inscritos dos Ralis em Portugal”.
“Um agradecimento muito especial para todos os nossos patrocinadores e pelo apoio possível , que esperamos ter dignificado com as nossas ações e à Inside Motor que pode albergar nas suas fileiras esta competição emprestando o seu nome e apoiando-a e dignificando-a em todos os momentos. Um abraço muito apertado ao staff do Challenge DS3 R1 que ao longo destes anos movimentou a máquina para que pudéssemos estar presentes com alguma qualidade e profissionalismo”.
“Um agradecimento também à comunicação social, que embora de uma forma tímida, lá foi dando destaque ao que de mais importante se foi passando, e á nossa FPAK que foi entendendo ao longo destes 3 anos qual o caminho a seguir no apoio desinteressado às iniciativas que podem trazer mais e melhores valores ao nosso desporto. E agora, daqui para a frente, que alguém possa ter a coragem de fazer mais coisas bonitas em prol deste desporto e destes praticantes”, disse Vítor Calisto.











