A Red Bull e a McLaren avançaram formalmente com uma notificação de intenção de recurso para contestar a decisão que devolveu o terceiro lugar a Pierre Gasly no Grande Prémio do Mónaco. Este passo processual obrigatório, submetido no prazo de uma hora após o veredicto, concede agora a ambas as estruturas um período de 96 horas para analisar as provas e decidir se avançam com o recurso.
A reviravolta na secretaria alterou os resultados homologados de domingo, fazendo com que Isack Hadjar (Red Bull) e Oscar Piastri (McLaren) caíssem para a quarta e quinta posições, respetivamente. Liam Lawson também perdeu um lugar na tabela oficial. Apesar de afetada, a Racing Bulls optou por não participar no processo de apelo, embora a escuderia venha a beneficiar diretamente, caso Gasly seja novamente despromovido à sétima posição.
Tensão política nos bastidores da FIA
Tanto a McLaren como a Red Bull já tinham marcado presença na audiência de Direito de Revisão que ilibou o piloto francês. Durante a sessão, as duas equipas manifestaram de forma clara a sua oposição à Alpine, defendendo que as penalizações originais por excesso de velocidade no pit lane deveriam ter sido mantidas. Esses mesmos argumentos servirão agora de base para sustentar a nova batalha legal junto da federação internacional.
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